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Quem é infeliz na infância vive mais

 
  A gente sempre ouve por aí que ser feliz faz bem à saúde e que a alegria é o segredo da vida longa. Mas um estudo norte-americano vai contra a corrente e aponta que ser feliz – na infância, pelo menos – não é dos melhores cenários.
  Os pesquisadores (das universidades da Califórnia, de La Sierra e de Nova Iorque) traçaram um paralelo entre o “índice de alegria” registrado na infância e a longevidade de 1.215 homens e mulheres, que começaram a ser acompanhados em 1922.
  E os resultados  foram bem impactantes: as pessoas cujo “índice de alegria” registrado aos 10 ou 11 anos de idade ultrapassava o 75 (numa escala de 0 a 100, sendo 0 = totalmente infeliz e 100 = mais feliz, impossível) mostraram-se “21% mais propensas a morrer a qualquer momento” do que os voluntários cujo o tal índice parava no 25.
  A pesquisa concluiu que crianças alegres tornam-se adultos mais descuidados com a própria saúde”, dizem os pesquisadores – o que cortaria fácil, fácil uns anos de vida. Entre os voluntários, os que foram happy kids tenderam a fumar e beber mais na vida adulta, além de mostrarem maior interesse em hobbies e atividades de risco.